Posted on 25/04/2012 com 6188 notes! (via/original) | Reblog-Vocês não são muito novinhos pra falar disso não?

“Vai por mim, eu nem sempre sou tão feliz assim. E mesmo assim, você me vê de sorriso aberto por aí. Irônico, não? Um dia ouvi alguém dizer que sorrir cura os males, ameniza a dor. Eu acredito sim, porque não? É só que é fácil demais falar. E na prática, como fica? Como é que funciona arreganhar os dentes de felicidade ou gargalhar diante dos desafios, quando tudo parece que vai desmoronar na primeira tentativa? Fingir? Juro, não dá. Sorrisos falsos são alternativas descartadas pra mim. Porque eu não preciso parecer legal, eu simplesmente não sou. Ás vezes eu desabo mesmo, desfaço meu sorriso habitual. Mas eu juro que amanhã tudo passa. E você volta a me ver do mesmo jeito. A vida sobe e desce o tempo inteiro, você acompanha. Não dá pra fugir. O que diferencia, é o modo como você reage a isso. Imagine se você não conhecesse o ruim, saberia o que era bom? Se você nunca tivesse errado, saberia hoje se estaria acertando? Difícil né? Não. É fácil aprender. A vida te dá de tudo, desde o bom até o ruim. Se você lucra com os erros, adquire experiência. Se você tropeça nas pedras, passa a evitá-las. Se você sabe o que é perigoso, não cutucará mais a onça com vara curta. E aonde você sai perdendo? Aí mesmo, quando você senta na beirada da cama, implorando pra Deus por uma solução, quando nem ao menos sabe qual o problema. Te digo qual é. É você, sua negatividade, sua falta de pulso. Anda menina, acorda! A vida é um jogo e enquanto você se julga perdida, nem nota as pessoas passando á sua frente, indicando caminho. Não negue á si mesma a única oportunidade de arriscar, de tentar. E se o vento não estiver a favor, muda a posição. E surpreenda-se com os resultados.” — Gabriela L. (T-rapeze)

“Acho hilários os que usam o cinismo para encobrir a própria natureza que possuem. Eu conheço a trajetória dessas pessoas. Eu vejo o sangue que possuem em mãos, de quantos corações já estilhaçaram por aí. Vejo em seus olhos mais uma fornada de mentiras prontas para serem cuspidas no próximo babaca que encontrarem. Eu já fui uma idiota. Já entreguei meu coração por inteiro a quem não merecia. E enquanto eu tapava meus olhos e ouvidos para os alertas de perigo, eles ateavam gelo aos meus sentimentos fumegantes. Já fiz parte desse conjunto de marionetes até fechar as cortinas e aplaudir o espetáculo de pé junto com o bom desempenho dos atores. Isto mesmo, são atores. Só se importam em continuar a interpretar papéis tapando os olhos pra quem sai machucado da historinha. E quanto á esses seguidores fiéis… Eu sei qual é a real deles. Já fiz parte desse meio também. Sei que é fácil gostar e até achar bonitinho quando não se conhece de verdade. O exterior é algo extremamente apreciável quando não se conhece o interior. E quanto essa estante interminável de troféus, já fiz parte também. Assim como fiz questão de esquecer o dono dela. Toda essa sequência de erros me fez abrir mão do mundo inteiro por umas pessoas aqui e ali. Pois mais vale meus poucos tesouros de valor inestimável do que a pobreza de troféus intermináveis. Mais vale ser encontrado e lembrado que ser notado e esquecido. É essa a regra agora pequena, D-E-S-A-P-E-G-O. Mesmo que quem não é alvo seja atingindo. Afinal, antes eles do que eu. E os poucos hoje me bastam. Sem decepções, sem amarguras. Hoje amo uns, uns eu quero bem e outros quero bem também… Bem longe de mim.” — Gabriela L. (T-rapeze)
O céu não é o limite, voe comigo e nunca mais irá desejar seus pés no chão novamente.


